O tempo e o espaço na escola

André Couto (no centro): "A escola é anacrônica por definição" / Foto: Roberta Voight

André Couto (no centro): “A escola é anacrônica por definição” / Foto: Roberta Voight

André Couto apresentou uma reflexão abrangente, que abordava um amplo conjunto de questões relativos aos dilemas da escola hoje. Ex-aluno da Escola de Comunicação da UFRJ, com passagens pela Casa França Brasil e Oi Futuro, participou da elaboração do projeto piloto da escola pública NAVE, em Recife e no Rio, e, atualmente, é diretor de arquitetura de aprendizagem da Tamboro Educacional. Começou questionando a inadequação da escola aos tempos atuais:

“É preciso refletir sobre o consenso de que a escola de hoje é anacrônica. O tempo é uma variável inescapável na equação entre o que se projeta e o que se realiza. Mais ainda, o que o aluno recebe agora será utilizado em um tempo futuro desconhecido. Diante da impermanência e da incerteza, em vez de brigar com o deus Chronos, melhor que o aceitemos”, sugere.

E continua: “A escola não está anacrônica, a escola é anacrônica por definição. Você faz algo hoje para que o resultado se dê mais à frente. Obviamente, algumas experiências pedagógicas podem ser diferentes, mas de maneira geral é assim que se organiza”, afirma.

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