Turma de jovens 2013

Vinte jovens formadores de opinião, atuantes nas comunidades e na periferia do Rio de Janeiro. Eis parte do time que estará na plateia do Rio de Encontros. Ao lado de cada foto, as biografias dessa turma que faz muito.

0001Manaíra Carneiro tem 25 anos e trabalha com cinema desde os 15. Já passou por várias oficinas e cursos, entre elas o Cinemaneiro, o curso de roteiro cinematográfico da Escola Darcy Ribeiro, e o Geração Futura – ministrada pelo canal Futura -, além do curso de roteiro cinematográfico da Escola Darcy Ribeiro. Da teoria ela partiu para a prática: fez alguns curtas e dirigiu um dos episódios do filme “5x Favela- Agora por nós mesmos”, ganhador de prêmios no  mundo inteiro. “O Rio de Janeiro pode ser um só, mas as experiências de cidade que há dentro dele são múltiplas”, diz a estudante que anda ocupada agora com a monografia para conclusão do curso de Estudos Culturais e Mídia da UFF.

00Letícia Freitas conhece bem a Região Metropolitana do Rio. Nascida em São Gonçalo, é formada em Publicidade e Propaganda e integrante e produtora do coletivo Cine de Buteco, do Observatório de Favelas e dos projetos Solos Culturais e Rio em Rede.  Educadora da oficina de reflexão e debate no Projeto Olho Vivo – Bem TV, também integra o coletivo de Igualdade Racial e desenvolve a campanha “Juventude Marcada Para Viver – Pelo Fim do Extermínio de Jovens Negros”, uma iniciativa da Escola Popular de Comunicação Crítica – ESPOCC.

0001Gabriela Faccioli tem 18 anos e uma certeza: é futura estudante de geografia da UFF. Integrante da rede de articulação Norte Comum, te forte interesse em cultura popular brasileira e permacultura. “Gosto de pensar a cidade e o ser, o cidadão e seu pertencimento na sociedade”, ela anuncia também que desbrava a si mesma e ao mundo com o ímpeto de transformação e evolução. Ex-aluna do Colégio Pedro II, vê seu ensino médio não apenas como formação escolar, mas também como reafirmação e continuidade de sua vida política em seu sentido mais humano.

00Renato Oliveira Lima não faz muita propaganda pessoal, mas atua em diversas frentes. Com formação técnica em audiovisual, está cursando filosofia na UERJ e  integra o Instituto Raízes Em Movimento, no qual trabalha como voluntário do Projeto Adubando Raízes Locais. Tem 32 anos e mora na Alvorada, no Complexo do Alemão.

juliJuliana Portella tem 22 anos,  cursa jornalismo na UFRRJ e audiovisual  na ESPOCC . Correspondente do Viva Favela, produtora de conteúdo de O Meu Lugar, mora em Nova Iguaçu, cidade que ama e  onde começou a fazer comunicação, no projeto de jornalismo participativo na Secretaria de Cultura do Município. Foi assessora de imprensa da Casa de Cultura Sylvio Monteiro e da Prefeitura municipal de Belford Roxo.   Em 2010, teve sua primeira experiência educativa com o audiovisual, na  Escola Livre de Cinema de Nova Iguaçu, uma paixão imediata. “O que sou anda sempre em construção”, ela diz.

0001Veruska Delfino faz parte de uma massa de famílias nordestinas que vêm para a cidade grande pra mudar de vida. Nascida em Caxias, no Maranhão, tem 25 anos e mora no Rio desde os 9. É uma marioca, ela gosta de se autodenominar. “Essa mistura de interior e cidade urbana é um modo simbólico e afetivo de tá na vida”, ela explica. No Rio, já morou em Botafogo, Maré, Guadalupe, Baixada Fluminense e Santa Cruz. Atriz e produtora cultural, é cofundadora da Cia Teatral Última Estação. Produtora da Agência de Redes para Juventude desde 2011, hoje faz parte do corpo de coordenação do projeto.

01Bruno F. Duarte é um equilibrista. Carioca-leonino, 26 anos, é formado em Comunicação Social, com habilitação em Cinema, pela PUC-Rio. Trabalhou como redator na agência Martinica Digital e em sites como Saraiva Conteúdo e FLUPP. Desde 2011 atua na equipe de cultura digital da Agência de Redes para Juventude, onde coordena a comunicação do projeto. Eventualmente, ele bate lata na Lapa. Nas horas vagas, pode ser visto pelejando com uma galera corajosa para fazer existir, um dia, quem sabe, a Cranta – uma revista ao vivo de uma edição só.

1Karen Kristien tem 23 anos, é carioca da gema. : criada em Pilares, na Zona Norte do Rio, estuda comunicação desde que entrou para a Escola Técnica Estadual Adolpho Bloch. Em 2013 tira o diploma de publicitária pela UniverCidade. Mas não é bem a comunicação mercadológica que ela mira. Militar da Marinha do Brasil dos 18 aos 22 anos, atuou como técnica em comunicação social, foi assistente de pesquisas acadêmicas na FioCruz, atualmente é produtora de artes cênicas da Cia do Gesto, e monitora da disciplina Estratégias da Comunicação no curso Estudos de Mídia na UFF.

5Davi Marcos já fez e faz de tudo um pouco. Morador da Maré, é fotógrafo formado pela Escola de Fotógrafos Populares da Maré, do Observatório de Favelas, onde trabalha como fotógrafo institucional. Poeta e videomaker, tem fotos publicadas nas revistas Página 22, Global, Revista Afroreggae, jornal Expresso, Revista do IDEC e Revista O Globo, além da revista grega de arte contemporânea AntiLipseis, que rendeu participação em uma exposição na Grécia. Trabalhou no longa metragem “5X Favela”, como colaborador na elaboração do roteiro e também como fotógrafo still.

1Gilmara Moreira tem 25 anos, é carioca, negra – ela faz questão de pontuar – e moradora do Complexo do Alemão. Formada em publicidade e propaganda, no meio da faculdade descobriu que o que queria, mesmo, era marcar diferença. Participou de diversos projetos culturais e sociais, entrou para o curso de Teologia, virou capitã do Rio do projeto Imagina na Copa.

1Alexandre Silva atua na área de comunicação do Programa Imagens do Povo, realizado pelo Observatório de Favelas. É formado em marketing, faz pós-graduação em Arte, Cultura e Sociedade no Brasil e já participou de cursos de produção na Escola de Artes Visuais (EAV) do Rio de Janeiro. É produtor cultural da Galeria 535, localizada na sede do Observatório de Favelas, na Maré, e dedicada exclusivamente à fotografia. Recebeu um prêmio concedido pela Escola Livre de Cinema de Nova Iguaçu, em parceria com a ECO-UFRJ, pela elaboração do projeto de documentário “Compondo Nova Iguaçu”, coordenou o curta-documentário “Ambulantes da Brasil”, e montou diversas exposições.

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Marina Moreira  tem 21 anos. Moradora de Oswaldo Cruz há uma década, estuda audiovisual desde que entrou para a Escola Técnica Estadual Adolpho Bloch. Passou pelo Cinema Nosso, ingressou na faculdade de Cinema da Universidade Federal Fluminense e faz parte da comunicação Agência de Redes para Juventude.  Também estuda na Escola Popular de Comunicação Crítica, no Observatório de Favelas.

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Thainã S.F de Medeiros  é museólogo nascido, criado e com pretensões de envelhecer na Penha, subúrbio do Rio de Janeiro. Capoeirista, mediador na Agência de Redes para a Juventude e formado produtor cultural pelo projeto de extensão do Observatório de Favelas. Gosta de arte e acha que o lugar dela é na rua, mas esconde os personagens de histórias em quadrinhos que cria. Toca blues por diversão e ouve por terapia. Atualmente, é membro do coletivo Ocupa Alemão.

1Hanier Ferrer tem 23 anos e mora em Nova Iguaçu desde que nasceu. Aos nove, começou a se envolver com a cultura urbana e o skate, aprendeu a tocar violão, passou a compor músicas de rock. Entre uma manobra e outra, passou para o curso de Direito da UFRJ em 2009. Foi bolsista-pesquisador no Pontão de Cultura Livre e Digital da ECO-UFRJ, trabalhou no Programa Justiça Comunitária, da Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos e, atualmente, é tutor na Agência de Redes para a  Juventude. Fundou o Coletivo Plataforma Metropolis, em Nova Iguaçu, é colaborador da Mídia Ninja e integra a Rede FALE-RJ, um grupo de ativismo cristã, e assumiu, recentemente, a produção produção e fotografia da banda carioca independente Medulla.

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Bianca Motta mora no Recreio, mas é cria de Manguinhos onde fez o Rio Geração Consciente. Estudante de comunicação social, trabalha com produção audiovisual, cinema, fotografia humanizada, comunicação solidária e design gráfico. Faz parte de um projeto de agência de comunicação solidária em Manguinhos, em parceria com o Núcleo de Comunicação do Centro Universitário Augusto Motta (SUAM).

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Guilherme Junior é arte educador nascido em Realengo. Licencido em Educação Artística pela Escola de Belas Artes da UFRJ com intercâmbio na Faculdade de Belas Artes e Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto, Portugal, é engajado em movimentos sociais. Tem desenvolvido trabalhos filantrópicos voltados para cultura e inclusão social no bairro onde cresceu e ainda mora. Trabalha como correspondente do site Viva Favela, no qual faz a cobertura de eventos sociais em comunidades carentes e no subúrbio.

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Petter MC é um “rappórter”, mix de rapper e repórter. É pesquisador do programa “Esquenta!”, apresentado por Regina Casé, na Rede Globo. Produziu e apresentou a série especial “Subterrâneos”, exibida na Rede Globo. Trabalhou como repórter, produtor e cinegrafista no “Parceiros do RJ“, apresentou notícias sobre a cidade no telejornal RJTV 1ª edição, de 2011 à 2012. Como rapper, compôs e interpretou a trilha sonora do projeto. Em 2011, foi indicado ao Prêmio Mérito Cultural Adalberto Cantalice de Nova Iguaçu. Também escreve no blog “Diário de um MC”.

0001Ana Lúcia Costa Mendes da Silva foi agente da UPP Social na Rocinha, comunidade onde nasceu e vive . Já participou da Plataforma dos Centros Urbanos, do Unicef, o Fundo das Nações Unidas para a Infância. Atualmente, Participa do Projovem Rocinha.

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Igor Soares tem 17 anos e já teve projeto vencedor na Agência de Redes para Juventude.Está no terceiro ano do ensino médio e jura que é um aluno aplicado. Coordenador geral do jornal O Morro, no Borel, ele estuda inglês, francês, informática e faz pesquisa para o IPP em parceria com a Tim. E tem tempo para o posto de repórter na rádio Grande Tijuca. “Ai, faço muitas coisas. Acho muito importante e formidável a minha participação no meu território. Conhecer mais, saber mais das demandas da comunidade e tentar resolvê-las por meio da comunicação.”

9302091639_5edb763e7cMariane Rodrigues é elogiada pela sensibilidade jornalística. Formada em cinema pela Universidade Federal Fluminense, hoje é contratada como repórter cinematográfica da TV Globo, onde participou do projeto Parceiros do RJ TV. Já faz matérias com repórteres seniors.

9302091665_a297492173Jorge Freire faz faculdade de direção teatral e já circulou por diversos projetos. A Escola Livre da Palavra e o programa de rádio ZoaSom são dois deles. Atualmente, dá asas ao projeto aprovado pela Agência de redes para a Juventude.

1Shyrlei Rosendo é formada em Pedagogia pela UERJ. Há 12 anos atua como mobilizadora social na Redes de Desenvolvimento da Maré. Faz pesquisas para o Núcleo de Pesquisa sobre Favelas e Espaços Populares da UFF em parceria com a Redes e para o projeto “Escola, Trabalho e Território”, na UniRio. Militante e engajada, faz música e poesia não necessariamente nas horas vagas.

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2 respostas em “Turma de jovens 2013

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