Para início de conversa

Eliana Sousa Silva faz a mediação do Rio de Encontros – Foto: Ariel Subirá

As estatísticas da educação no Brasil avançaram nas duas últimas décadas. Há escolas suficientes para as crianças, num acesso quase universal. No Rio de Janeiro, 93,2% da população em idade escolar, de 7 a 17 anos, estão devidamente matriculados. Os números do nível superior também evoluíram, o que significa redução do número de analfabetos. Os problemas, no entanto, persistem: atraso escolar, repetência, abandono das salas de aulas, descompasso entre ensino e necessidade real de aprendizado.

Quais os caminhos para a educação no Rio de Janeiro? Em que medida as iniciativas alternativas de educação apontam para novas realidades? Como pensar a complementariedade entre a escola e outros espaços da cidade? É possível fazer dialogar saberes acadêmicos e expressões da cultura locais? Qual tem sido o lugar das novas tecnologias nesses diálogos?

A mediadora, Eliana Sousa Silva, fez questão de lembrar que as respostas podem ser tão abrangentes e inquietantes quanto as perguntas. “São muitos agentes, muitos atores, segmentos e experiências diferentes. O que se pretende aqui é pensar – ou repensar – propostas diferenciadas, trazer experiências que possam provocar o diálogo sobre os desafios que temos quando se fala sobre a educação no Rio de Janeiro”, disse ela, ao apresentar os provocadores. “A proposta é discutir caminhos e possibilidades, e a ideia é que a conversa siga.”

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