Políticas públicas para a educação na cidade do Rio de Janeiro

Uma conversa informal e dados concretos. No Rio de Encontros de novembro,  Cláudia Costin, secretária de educação do município do Rio de Janeiro, Eliana Sousa e Silva, diretora da organização Redes de Desenvolvimento da Maré e coordenadora do Curso de Especialização em Segurança Pública, Cultura e Cidadania da UFRJ,  e Aristeo Leite Filho, professor  do curso de especialização em Educação Infantil  da PUC/Rio e diretor da Escola Oga Mitá, mediados por Claudius Ceccon, diretor do CECIP e Conselheiro d’O Instituto,  moveram uma plateia atenta e disposta a fazer muitas perguntas. Em discussão, as políticas públicas para a educação no município do Rio de Janeiro.

Cláudia Costin mostra números e resultados de sua gestão. Foto: Ingrid Cristina Pereira/Observatório das Favelas

“Sorriso de criança não quer dizer necessariamente que a educação foi boa. Da mesma maneira que se precisa saber qual é o índice de mortalidade por dengue hemorrágica, precisamos também medir para saber como está a educação.” Cláudia Costin

“Um projeto pode ser bonito, pode ser uma fala exemplar, mas esse pojeto precisa se trasformar numa política.”
Eliana Sousa e Silva

“É preciso pensar a cidade considerando que aqui existe uma multiplicidade de pessoas, de faixas etárias e culturas. A escola não vai mudar essa realidade. Medir nem sempre é tarefa de educador.”
Aristeo Leite Filho

“No Império, a creche era um direito da mulher trabalhadora e honesta. Puta e mãe solteira estavam fora. Hoje, é direito social da mãe e da criança. Mas nós não temos creches no Rio de Janeiro.”
Aristeo Leite Filho

Para onde caminha a educação no município do Rio de Janeiro? Plateia no Rio de Encontros de novembro. Foto: Ingrid Cristina Guimarães/Observatório das Favelas

“A creche comunitária se tornou uma política e único meio de garantir acesso das crianças à educação infantil. Mas é um espaço que não pode ser permanente. O estado tem de assumir essa responsabilidade.”
Eliana Sousa e Silva

“Desculpem os pessimistas. Acho o espaço da crítica essencial, mas o meu olhar será sempre para frente. É muito fácil resolver a situação de uma escola ou fazer projeto piloto. A questão é como é que se resolve a gestão de uma rede.”
Cláudia Costin

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