“Debate em que todo mundo pensa igual não é debate”

Pedagogos, policiais, médicos, empresários e líderes comunitários participaram do debate. (Foto: Kita Pedroza)

Um policial, um militante da legalização das drogas e uma especialista em segurança pública. Beto Chaves trabalha na Polícia Civil, apresenta o programa de TV Papo de Polícia (Multishow) e percorre escolas com o projeto Papo de Responsa. Renato Cinco é um dos organizadores da Marcha da Maconha no Brasil. E Julita Lemgruber tem vasta experiência no sistema prisional do país. Os três convivem com o impacto das drogas na sociedade todos os dias. E tem visões diferentes sobre possíveis soluções, como deixaram claro na edição do Rio de Encontros que tratou da questão, no dia 13 de setembro.

Deu gosto de participar da conversa. Gente que pensa diferente, mas mantém a elegância e o ouvido atento no diálogo. Beto, que questiona a proposta de legalização, estava feliz com a oportunidade de conhecer e conversar com Renato Cinco. Como ele disse, “debate em que todo mundo pensa igual não é debate”. Mas havia algo em comum entre os três e muita gente na plateia. A sensação de incompetência/impotência para lidar com o drama social das drogas. As palavras ajudam a mostrar a complexidade da questão. Como é sempre o objetivo do Rio de Encontros, todos saíram com mais dúvidas do que entraram. Dúvidas mais qualificadas, com certeza. Como dizem por aí, o bagulho é doido.

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