A paixão e a dúvida: cultura sem cartas marcadas

Os iniciadores do Rio de Encontros sobre cultura (Foto: Alex Forman)

O tema da quarta edição do Rio de Encontros era “Para além da cultura do medo: diversidade e circulação entre os territórios da cidade”. A ideia era debater como iniciativas culturais poderiam ajudar a reverter a sensação de medo em uma cidade como o Rio de Janeiro. O resultado da conversa poderia ter sido simples. Afinal, não faltam exemplos de experiências culturais bem sucedidas na missão de aproximar centro e periferia. Os próprios partipantes convidados para iniciar o debate são líderes de algumas delas, e poderiam ter resumido suas falas a uma enumeração de seus feitos. Mas nada é simples. E assim, no encontro em que o tema parecia mais propício a render conclusões entusiasmadas, a tônica foi de perguntas complexas e sem respostas fáceis.

Foi, então, um encontro desanimado? Longe disso. Um debate com participação de Claudius Ceccon, fundador do Centro de Criação de Imagem Popular (Cecip), Marcus Vinicius Faustini (ator, produtor cultural, ex-secretário de cultura de Nova Iguaçu) e Rafael Dragaud (roteirista e diretor de TV) só poderia ser animado e apaixonado. Mas paixão tem um percentual grande de dúvida – e assumir a existência dela é a melhor maneira de superá-la.

Como é de praxe, o encontro virou uma grande conversa entre plateia e iniciadores. Confira nos próximos posts alguns dos melhores momentos.

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