A aridez das palavras

Quando a palavra passou à plateia, Jailson Sousa e Silva,  fundador da organização de pesquisa Observatório de Favelas e secretário municipal de Educação de Nova Iguaçu, complementou a observação de Eliana com uma nova reflexão sobre como as ações e o discurso sobre habitação e favelas desumaniza as comunidades. Na Maré, a construção de três conjuntos habitacionais para moradores não previu uma única árvore. Um sintoma ainda mais claro é o uso da palavra “remoção” sempre que se fala na realocação de moradores.

– Você remove lixo, você remove coisas, não pessoas – observou Jailson.

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