Ao fim do encontro, o mediador Manoel Ribeiro fez um resumo do que considerou os pontos principais da conversa:
1. A informalidade aparece onde a formalidade não consegue responder à demanda/carência;
2. Formal e informal não representam mais uma dicotomia; são antes duas faces da mesma moeda;
3. Muitas vezes o Estado “empurra” determinadas atividades para a informalidade, por suas regras serem arbitrárias e não representarem a vontade ou necessidade social;
4. A palavra chave é – TRANSIÇÃO;
5. Essa transição deve ser atendida por um regime jurídico especial que considere as especificidades de cada manifestação da informalidade;
6. Em paralelo, os pequenos empreendedores devem receber apoio para efetuar sua transição rumo a formalidade: capacitação, assistência técnica, isenção tributária, crédito subsidiado e apoio nas relações com o mercado.









